quarta-feira, 11 de julho de 2012

Jackson do Pandeiro ressurge em meio ao sertão paraibano

Por Talita Rocha da Silva 

Ao meio dia de hoje seu Jacksu ressurge da rachadura catinguenta pondo bebop no samba e fazendo a Ema gemer novamente. Em um sol de rachar os “coretos” (sinônimo de cabeça) como diria o cantor, seu Jacksu só quer saber de cabeça feita, não quer jogar conversa fora se o papo não estiver legal ele vai embora de novo sem boogie woogie, sem pandeiro e sem violão. Declarou que hoje a moda é a chatice de falar muito e tocar pouco. “Muito facebook”. 
Quando perguntamos qual o motivo de sua volta, seu Jacksu disse que queria conhecer um cantor de rap doido de São Paulo. Disse que esse tinha o santo forte para o bicho grande da cidade, não arredava o pé da luta.
Tentamos descobrir quem era esse misterioso cantor de rap, mas seu Jacksu só respondeu: “É só mais um Zé da Paraíba sem eira nem beira, desconjurado, sem pai nem mãe”. Perguntamos a ele o que achava de São Paulo seu Jacksu respondeu: “Se tiver cachaça, acho bom”. Depois se foi porque o “falatório” estava se alongando muito, segundo ele.

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Foto: Divulgação

Primavera, verão, outono,inverno... e Primavera

Por Letícia Santos

Sei o que estou fazendo aqui: estou improvisando. Mas que mal tem isto?”
CLARICE LISPECTOR


São Paulo, 28 de fevereiro de 2020.

Segundo a Wikipédia: “O período quente era dividido em três fases: o Prima Vera (“ primeiro “verão”), oTempus Veranus ("tempo da frutificação"), e o Æstivum ("estio"). O período frio era dividido em apenas duas fases: o Tempus Autumnus ("tempo do ocaso"), e oTempus Hibernus, a época mais fria do ano, marcada pela neve e ausência de fertilidade. Posteriormente, convencionou-se, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Em certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa. Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, e a seca “

Manhã com tempo chuvoso, mas mesmo assim a cidade não esconde toda euforia diante da notícia: AS ESTAÇÕES DO ANO SERÃO OPCIONAIS. Desse modo, mais do que temperaturas e eventos climáticos, o mundo poderá escolher as sensações, que cada período oferece.
Então, o início dessa notícia, com o tempo chuvoso, justifica o que sinto agora. E por mais que seja inadequado surgir a primeira pessoa nesse momento, os parâmetros da escrita, que me perdoem, mas o livre arbítrio das temperaturas e climas me concede as sensações, que me são de direito, e o modo indireto não me convém nesse instante, que escrevo.



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sexta-feira, 6 de julho de 2012

O CONTRA-ATAQUE

Por Marcus Vinícius


 Era dia de clássico. A rivalidade entre os dois times ultrapassava as quatro linhas do gramado e estendia-se até as arquibancadas e bairros da cidade. Durante a semana, os meios de comunicação colocaram essa partida como o evento mais importante do país. Deixaram de denunciar a corrupção nacional e o descaso da saúde pública para alienar a população com o futebol, que, diga-se de passagem, é a paixão nacional.
 Na véspera do confronto  houve muita provocação entre os dirigentes dos dois clubes. Talvez fosse uma estratégia para deixar o clássico com clima de batalha e assim, incentivar os torcedores a comparecerem ao estádio.
Os jogadores pediam aos torcedores que lotassem todos os espaços daquele grande templo do futebol. Alguns telejornais entrevistaram torcedores nas ruas para mostrar como estavam seus corações em relação ao grande duelo.
Muitas estratégias foram usadas para fazer deste clássico, assunto principal no meio da sociedade.
Finalmente, o dia chegou. Grande contingente policial ao redor e nas imediações do estádio. A imprensa estava frenética. Todos estavam ansiosos para saber quem ganharia esse importante duelo.
Na sede das torcidas organizadas de ambos os clubes, torcedores eufóricos ao som da bateria, cantavam gritos de guerra e se preparavam para sair rumo às arquibancadas.
Chegada a hora, guardaram as bandeiras e os instrumentos, entraram nos ônibus e saíram.
Eram milhares de torcedores. Estavam dispostos a guerrear. Não demonstravam medo. Portavam-se como guerreiros.
Os cidadãos que caminhavam pela calçada se espantavam com os gritos enlouquecidos que vinham das janelas dos ônibus. Algumas pessoas até entravam em estabelecimentos para se proteger de um eventual conflito.
Mas, apesar do clima que envolvia aquele domingo, a caravana não seguiu o caminho que levava ao estádio. Pelo contrário, seguiu em direção ao centro da cidade onde acontecia um protesto contra alguns políticos que desviaram dinheiro público.
De repente, as torcidas rivais se encontraram na última avenida que levava até à manifestação. Todos desceram dos ônibus e, ao som da bateria e com as bandeiras levantadas, marcharam até a multidão.
Pediam justiça e diziam que estavam cansados de ver o "circo" que é a política brasileira. Alguns, mais enfurecidos, comentavam que havia chegado a hora de combater com as próprias forças esse "câncer" que dominou o governo nacional.
Um pouco longe dali, no estádio, ninguém entendia o que estava acontecendo. Os repórteres e dirigentes dos clubes se perguntavam o porquê do estádio estar vazio. Na verdade, no íntimo de cada um, havia medo. Medo do brasileiro se libertar da alienação do futebol e resolver lutar pelos seus direitos constitucionais.

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FILMES PARA VER NO FIM DE SEMANA

Filmes são ótimas companhias!

OS IMORTAIS:
Sinopse: O Rei Hiperión (Mickey Rourke) declarou guerra contra todo o mundo grego e, para reforçar seu exército, ele tentará libertar os Titãs presos por Zeus (Luke Evans) no Monte Tártaro. Tentando detê-lo, Zeus escolhe Thesus (Henry Cavill), um mortal que, com a ajuda da bela sacerdotisa Phaera (Freida Pinto), comandará o exército grego nesta batalha épica. Os mesmos produtores de 300 trazem uma nova e grande aventura mitológica grega.

CONTRA O TEMPO:
Esta não é a vida dele... e ele não está no corpo dele. Quando o capitão Stevens (Jake Gyllenhall) acorda e se vê na pele de um homem que ele não conhece, descobre que está fazendo parte de um experimento criado pelo governo americano chamado de "Código Fonte". O programa possibilita que Stevens assuma a identidade de um outro homem em seus últimos 8 minutos de vida. Agora sua missão é encontrar os responsáveis por um atentado que deixou milhares de vítimas. Embarque nesta missão diferente de tudo que já se viu, onde cada segundo tem que ser aproveitado numa luta contra o tempo.

PARA SEMPRE:
Sinopse: Para Sempre vai contar a história real de uma mulher recém-casada (Rachel McAdams), que após um acidente de carro entrou em coma e quando recobrou os sentidos estava sem memória, obrigando o marido (Channing Tatum) a reconquistar seu coração.

MISSÃO MADRINHA DE CASAMENTO:
Lillian (Maya Rudolph) vai se casar e convida a solteirona Annie (Kristen Wiig) para ser sua madrinha. E amiga vai fazer de tudo para organizar uma grande despedida de solteira para a noiva ao lado das damas de honra. Juntas, a turma parte para Las Vegas e se envolvem em muitas confusões.


Todos esses filmes estão disponíveis para download no site:  http://www.omelhordatelona.biz/

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Fonte: O Melhor da Telona


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Universal Channel estreia a série Common Law no dia 16 julho


O Universal Channel (uc.tv.br) estréia no dia 16 julho, segunda-feira, às 22h, a série Common Law, que mostrará a irreverente relação de uma dupla de detetives que passa por uma crise e não consegue conviver mais. O elenco traz os atores Michael Ealy ("The Good Wife"), Wes Mitchell (Os Vingadores) e Sonya Walger ("Lost"). No dia 11 de julho, quarta-feira, às 23h, haverá uma pré-estréia da série, logo após a estréia de Up All Night.
Em Common Law, os detetives Travis Marks (Michael Ealy) e Wes Mitchell (Warren Kole) são parceiros há sete anos no Departamento de Polícia de Los Angeles, na Divisão de Roubo e Homicídio, mas - como têm personalidades completamente diferentes - a relação entre eles é conflituosa. Wes, advogado aposentado que sacrificou o casamento para se tornar policial, é responsável, organizado, metódico e pensa duas vezes antes de tomar decisões. Já Travis, que cometeu alguns delitos na adolescência, tem medo de compromisso, intimidade e ser rejeitado. Ao contrário do colega, é irresponsável e não segue regras.
Quando a situação chega ao limite, o capitão Mike Sutton (Jack McGee) - que considera que a terapia mudou sua vida - os obriga a fazer o acompanhamento psicológico. A Dra. Elise Ryan (Sonya Walger), severa terapeuta, tenta ajudá-los a entender e resolver seus atritos para desenvolverem melhor suas habilidades de solucionar crimes. Durante esta desafiante tarefa de trazer equilíbrio à dupla, ela descobre que existem mais semelhanças que diferenças.
Produzida pela CBS Television Studios, "Common Law" foi o quarto programa mais assistido em sua estréia na TV por assinatura nos Estados Unidos, com público de quase 2,5 milhões de telespectadores, e conquistou a crítica americana.

Episódio piloto
No episódio piloto, os detetives Travis (Michael Ealy) e Wes (Warren Kole) participam de um grupo de terapia de casais. Logo no início da sessão, a Dra. Emma Ryan (Sonya Walger) já consegue perceber como cada um é - Travis não consegue manter um relacionamento duradouro com os outros e Wes, por ser muito crítico, afasta pessoas queridas, pois considera que não merece o afeto delas.
A dupla recebe um chamado durante a terapia para investigar um assassinato. Eles vão até o local onde o corpo foi encontrado e descobrem que a vítima é filho de um juiz. Além disso, concluem que uma faca de escoteiro perto dele foi usada como a arma do crime. Depois, na delegacia, o homem é identificado como Tobey Whitaker e a única digital encontrada na faca indica que quem a usou não possui registro na polícia.
Os detetives procuram o juiz Franklin Whitaker (John Shea) para interrogá-lo que diz que Tobey era viciado em heroína e tinha permanecido sóbrio durante alguns meses após terminar um tratamento. Ele comenta também que dias atrás seu outro filho, Zach (Matt Angel), tinha tido uma briga com Tobey.


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Fonte: Universal Channel

terça-feira, 3 de julho de 2012

Flip chega aos 10 anos e festeja a boa literatura, com homenagem a Carlos Drummond de Andrade

Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo

Carlos Drummond de Andrade, poema de sete faces


A Flip – Festa Literária Internacional de Paraty chega a sua 10ª edição com fôlego extra para festejar a boa literatura. De 4 a 8 de julho, 40 escritores vindos de 14 países se reúnem em Paraty para cinco dias de intensa programação. Para marcar uma edição especial, o homenageado desta edição será o escritor, poeta e cronista Carlos Drummond de Andrade.
Cultuado pela diversidade de sua produção, Drummond está intimamente ligado ao conceito da Flip, que não privilegia um estilo, uma forma de expressão literária ou uma mídia em especial. O poeta ganhou notoriedade com a poesia, mas sua produção também abrange a prosa, com crônicas, contos e livros infantis. Ativo até sua morte, o poeta abordou o cotidiano das pessoas, a política nacional e internacional, os problemas sociais e a filosofia, inventando e reinventando formas e maneiras de dizer o simples.
Aproveitando a pluralidade da obra de Drummond, as mesas em sua homenagem destacam a atualidade de sua poesia e sua relevância para a produção cultural brasileira. O poeta também é tema de uma exposição especial durante o evento.
Dois dos nomes mais relevantes da produção literária atual, Jonathan Franzen, e Jennifer Egan ajudam a compor uma programação de impacto na Tenda dos Autores. Franzen é autor de “Liberdade”, um dos livros mais comentados de 2011. Pela primeira vez no Brasil, Egan venceu no ano passado o prêmio Pullitzer de ficção com seu A Visita Cruel do Tempo, narrativa multifacetada sobre o universo do rock.
A seleção de autores brasileiros constitui uma amostra do bom momento vivido pela ficção nacional. Da narrativa urbana de Rubens Figueiredo à recriação do sertão de Francisco Dantas, passando pelo lirismo de João Anzanello Carrascoza, os autores presentes na programação 2012 traçam um panorama instigante em que nomes consagrados se misturam às novas vozes.
Como novidade, alguns dos mais festejados escritores que já passaram pela Festa nas edições anteriores foram convidados novamente, para participar das comemorações dos 10 anos do evento: Ian McEwan fará na Flip o lançamento mundial de seu novo romance Serena e Enrique Vila-Matas falará sobre seu Aire de Dylan, que tem cenas no Mercado Municipal de São Paulo. Hanif Kureishi completa a lista dos grandes retornos.
Vindos dos quatro cantos do “mundo, vasto mundo”, o americano-nigeriano Teju Cole, o libanês Amin Maalouf, a cubana Zoe Valdés e a portuguesa Dulce Maria Cardoso, vencedora do prêmio União Europeia para a Literatura, complementam um panorama plural da cena literária, com suas tonalidades e contradições. A Festa está só começando.
A mesa Zé Kleber, no dia 5 de julho, é um espaço aberto à comunidade paratiense dentro da Flip, com entrada gratuita. Na 10ª edição da Festa as atrações da mesa especial serão a bibliotecária e educadora Silvia Castrillon, que participou ativamente do processo de criação de bibliotecas públicas em Bogotá. Para debater com ela estará presente o geógrafo Alexandre Pimentel, presidente da Biblioteca Parque de Manguinhos.

Grandes quadrinistas, cartunistas e ilustradores Angeli e Laerte participam de uma “mesa bônus” criada pela Flip, para comemoração de seus dez anos. Intitulada “Quadrinhos para Maiores", a mesa conta com o apoio do Itaú Cultural e será realizada no sábado, dia 7, às 21h30, na Tenda dos Autores, com transmissão simultânea na Tenda do Telão. A mediação é do jornalista e gestor das áreas de literatura e audiovisual do Itaú Cultural, Claudiney Ferreira, que ajudou a idealizar o encontro.
Assim como no evento passado, na décima edição da Flip as tendas da programação principal – Tenda dos Autores, Tenda dos Autógrafos e Tenda do Telão – serão posicionadas na margem esquerda do rio Perequê Açu. Com isso o centro histórico de Paraty fica mais acessível ao público e aos turistas que visitam a cidade. Para além da Tenda dos Autores, a programação da Flip - Casa da Cultura terá atrações internacionais.

Durante o evento os ingressos poderão ser comprados apenas na bilheteria da Flip em Paraty. Os interessados na programação da Flip - Casa da Cultura devem comprar os ingressos durante o evento, também em Paraty. A mesa Zé Kleber é gratuita, com retirada de ingressos com uma hora de antecedência. Os ingressos para a Tenda dos Autores custam R$ 40, para o show de abertura R$ 30, para a Tenda do Telão, R$ 10, e para a Flip - Casa da Cultura, R$ 10.

Conferência e show de abertura

Novidade deste ano, a conferência de abertura será dividida em duas partes. Na primeira, o cronista gaúcho Luis Fernando Veríssimo reflete sobre os dez anos da Flip e as mudanças vividas pelo Brasil ao longo do período. Logo em seguida, acontece a primeira homenagem a Carlos Drummond de Andrade, com os poetas Antonio Cícero e Silviano Santiago.

O show de abertura ficará a cargo do cantor e compositor pernambucano Lenine. A apresentação acontece às 21h30 do dia 4, quarta-feira, precedida por um show da Ciranda de Tarituba, representante da legítima cultura paratiense.



Foto: Divulgação
Fonte: assessoria de imprensa Flip

PINACOTECA DO ESTADO FECHA PARCERIA COM PREFEITURA DE SÃO PAULO

Projeto beneficiará 46 entidades que atendem cerca de oito mil pessoas que vivem em situação de rua.

            A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Programa de Inclusão Sociocultural (PISC) do Núcleo de Ação Educativa, e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS,) fecharam uma parceria e vão oferecer para técnicos de 46 entidades que trabalham com pessoas em situação de rua uma série de encontros sobre o uso do patrimônio e da arte em propostas socioeducativas.
Ao todo o projeto beneficiará cerca de oito mil pessoas que  vivem em situação de rua e que são atendidas diariamente pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS). “Esta parceria visa enriquecer o repertório cultural dos trabalhadores sociais em nova abordagem das questões sociais, qualificando práticas, desenvolvendo ações integradas e coordenadas que possam contribuir para a melhoria dos serviços prestados ao cidadão, garantindo a noção de direito e pertencimento, atuando junto aos usuários nos serviços de População em Situação de Rua”, afirma Cristina Maria Viscome, da Supervisão Técnica na Coordenadoria de Assistência Social - Centro Oeste da Secretaria Municipal de Assistência Social.
O projeto tem o objetivo de dar subsídios para que cerca de 50 técnicos e gerentes das organizações sociais do centro da cidade conveniadas com a SMADS, possam elaborar projetos socioeducativos em arte e cultura voltados para inclusão sociocultural dos grupos que atendem. Para isso são realizados cinco encontros para cada grupo, com duas horas de duração cada, nos quais são abordados temas como a educação patrimonial e cultura material, aspectos da leitura de imagens, identidades culturais e pessoais, uso de recursos educativos e construção de projetos socioeducativos. Neste último encontro serão apresentados os pré-projetos elaborados por cada entidade participante. Após sua aprovação e implantação o projeto contará com o acompanhamento dos técnicos e supervisores dos equipamentos sociais de cada área e contará com o apoio da equipe Programa de Inclusão Sociocultural (PISC).
Além de reforçar o papel do museu como agente social e participativo, esta parceria é fundamental para o aprimoramento e a continuidade dos projetos educativos desenvolvidos dentro do Programa de Inclusão Sociocultural – PISC. “A parceria com a Coordenadoria de Assistência Social da Região Centro-Oeste, nos permite estreitar os laços de trabalho com as organizações sociais que atuam na região central da cidade junto a grupos vulnerabilizados, em particular aqueles  em situação de rua de diferentes faixas etárias. Neste sentido, amplia as ações educativas da Pinacoteca e proporciona aos técnicos participantes a oportunidade de utilizar o museu como recurso e parceiro em suas práticas socioeducativas”, afirma Gabriela Aidar, responsável pelo Programa de Inclusão Sociocultural (PISC) da Pinacoteca.

 SOBRE O PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIOCULTURAL - PISC

Uma das prioridades da Pinacoteca do Estado de São Paulo, o mais antigo museu de arte do estado, é tornar-se cada vez mais acessível aos diferentes públicos. Para tanto desenvolve ações educativas voltadas à compreensão das obras de seu acervo e das exposições temporárias que promove. Nesse esforço se insere o Programa de Inclusão Sociocultural do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca, que visa promover o acesso qualificado aos bens culturais presentes no museu a grupos em situação de vulnerabilidade social, com pouco ou nenhum contato com instituições oficiais da cultura. O programa busca contribuir para a promoção de mudanças qualitativas no cotidiano desses grupos e ainda para a formação de novos públicos de museus. 

 PINACOTECA DO ESTADO – Praça da luz, 02  Tel. (11)  3324-1000
Terça a domingo, das 10h às 18h | R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Grátis aos sábados