sexta-feira, 11 de maio de 2012

10 MÃES MARCANTES DO CINEMA


Como domingo é dia das mães, resolvemos fazer uma lista com filmes que mostram algumas delas que marcaram a história do cinema seja por sua coragem, força, carisma, bom humor ou tudo isso junto. Afinal de contas, mãe é a personagem principal no filme da vida nossa vida.

1 - Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento
 
















2 - O Bebê de Rosemary
 
















3 - Honra e Liberdade
 































4 - Terror em Silent Hill

















5 - Um Sonho Possível

















6 - Uma Prova de Amor

















7 - A Troca

















8 - Tudo Sobre Minha Mãe

















9 - Os Incríveis


















10 - O Exterminador do Futuro 2








REVISTA III - CAPA PROMOCIONAL 7ª EDIÇÃO

A sexta edição da Revista III ainda nem saiu, e nós já preparamos a capa promocional da sétima.
Teremos uma novidade super bacana.
AGUARDEM!!!!


terça-feira, 8 de maio de 2012

SANTA ISABEL É ESTÔMAGO E ESTACIONAMENTO


Por Ariana Silva

 Enquanto as pessoas enchem suas barrigas nas mais variadas padarias, lanchonetes, biroscas e afins, ou procuram uma vaga dentre os muitos estacionamentos da nossa “querida” cidade, aqueles que “vivem” de arte, passam fome (de comida e atenção).
É muito triste, não falo isso porque vivo essa dificuldade de se trabalhar com a cultura, mas porque é extremamente deprimente você notar que uma cidade (quase) inteira acredita que tapar buracos, construir portais e praças é o que há para se evoluir.
Claro, nada se compara ao conformismo estampado em cada rosto. Veja bem, é mais fácil lotar um evento pago ou reunião de futebol em dias chuvosos, do que ver um programa cultural ser levado a sério.
Já é sabido que as coisas hoje em dia evoluíram muito, ou seja, você tem acesso a tudo com apenas alguns clics, só que parece que isso não veio para ajudar, pois nessa geração estranha que vivemos, quanto mais fácil mais preguiçosas as pessoas ficam, principalmente os jovens, que demonstram, em sua grande maioria, não ter interesse por coisas muito saudáveis. Deixe-me explicar melhor, dias atrás, eu li uma matéria que me deixou realmente incomodada, segundo uma pesquisa realizada através do Retratos da Leitura no Brasil, a população leitora diminuiu no País. Enquanto em 2007 55% dos brasileiros se diziam leitores, hoje esse porcentual caiu para 50% e isso nem é o pior dado, de acordo com a mesma pesquisa, cerca de 75% dos brasileiros jamais pisaram em uma biblioteca, isso não é deprimente? 
Imagine esse número em Santa Isabel. Pra se ter uma ideia, o antigo prédio que abrigava a biblioteca municipal, teve que ser fechado para passar por uma reforma (o que nunca aconteceu), logo, trataram de arrumar outro prédio em melhores condições, mais isso não quer dizer que ele fica numa localização melhor, ou recebeu uma bonita fachada que indique que lá, naquela rua secundária, existe uma biblioteca. NÃO. Afinal, por que gastar dinheiro com isso, a cidade tem preocupações maiores.
Muitas vezes eu pergunto ao meu pai (que é mineiro de nascimento): “Como que você conseguiu sair de um lugar escondido, pra vir parar em um esquecido?”, ele só me olha com uma cara pensativa e não diz nada, mas eu sei que no fundo ele me entende. Só quem não entende são os moradores dessa humilde cidade.
Alguns devem estar se perguntando – quem é você pra dizer essas coisas? E eu vou responder, sou uma pessoa preocupada com o futuro. Alguém que vocês só não conhecem por que não dão oportunidade. A maioria dos projetos dos quais participei, aconteceram fora daqui, por que pessoas de outras cidades se interessaram muito mais por eles. E claro, eles têm espaços adequados para abrigar uma apresentação teatral, exposições e outras coisas.
Agora eu que te pergunto: De quantos eventos de cultura (eventos bons mesmo) você já participou aqui? (e respeitou).
Quando que as pessoas vão entender, que ignorância é tudo que os ditos ‘nossos governantes’ querem. Santa Isabel não pode viver só de carnaval, rodeio, comida, futebol e estacionamento. Devemos ser mais que isso. Mais ativos.

PRECISO DEMAIS DESABAFAR...

Por Roberta Bueno


Minha gente,HTPC é produtivo quando se faz ser.
Interessante debate sobre a educação e o descaso com a mesma.
E quanto ao descaso com o professor e a baixa remuneração só tenho duas coisas a dizer:
1ª Tá no fundo do poço, abraça a Samara!
2ª Não aguenta a brincadeira, então não desce pro play!

Hoje pude ver a situação do descaso do professor para com a educação, como diria uma amiga minha: TENSO!
Confesso que devo ser maluca, pois acredito que faço parte dos poucos professores que gostam daquele troço chamado HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO (HTPC), é sério, até hoje não vi ninguém fazendo festa no dia em que o mesmo acontece.
Acredito que seja a hora propícia de direção, coordenação e professores colocarem os pingos nos "IS" e da troca de experiências entre os mesmos. Mas me decepciono com minha classe trabalhista, pois me parecem ser os seres mais hipócritas e demagogos do mundo. Exemplo disso são os professores do estado ou da prefeitura que preferem colocar seus filhos em escolas particulares por dizerem que a educação pública não tem qualidade, batem no peito e enchem a boca pra dizer: "coloquei meu filho num colégio particular".
Como assim? Esses professores não são capazes nem de confiar no trabalho deles? Pelo menos é o que parece, afinal se você é um incentivador do pensamento e da pesquisa e não confia na qualidade do seu "local de trabalho" é porque seu trabalho deve ser questionável, concordam?
Fico muito chateada com alguns comentários dos meus colegas e penso que se esses colegas, com mais tempo de magistério, pensando assim, me vejo construindo a casa pelo telhado, ou pelo menos tentando consertá-la a partir daí, já que ela está com uma base completamente torta e gasta pelo "murro em ponta de faca" ou como já disse o poeta: com a pedra que havia no meio do caminho (que não sai).
Defendo que devemos lutar pelos nossos direitos trabalhistas e por condições de trabalho DESCENTES com material e espaço físico adequados, mas não devemos esquecer que nossos alunos precisam de nós e da nossa contribuição. Eles são tão vítimas do sistema quanto nós professores, muitos além de tudo, procuram nas nossas atitudes motivos para seguir em frente, e além de tudo SERES HUMANOS IGUAIS A ELES E QUE PASSARAM PELA IDADE E FASE QUE ESTÃO PASSANDO.
Costumo falar a verdade para todos eles, e sei que às vezes acabo falando além da conta e de uma forma que sei que vão entender. Gosto e prefiro mostrar que sou ser humano também e que somos absolutamente iguais independendo da idade ou da posição hierárquica e por isso não devemos somente respeitar as pessoas mais velhas ou mais "poderosas", mas sim que devemos nos respeitar como seres humanos comedores de arroz com feijão que somos.
E pra finalizar... Os que não querem mais dar aula peçam pra sair e quem tá afim, vamos lutar pelos nossos direitos e mudar essa situação bizarra que está a educação pública!!!
Só mais uma coisinha: Na faculdade não fui preparada para dar aula sem material didático, não fui preparada pra ser psicóloga e nem preparada pra mediar a educação para adolescentes, mas faço isso tudo ganhando menos do que alguns colegas que reclamam tanto, e com o maior orgulho porque infelizmente AMO O QUE FAÇO! SOU PEDAGOGA, SOU PROFESSORA E MALUCA!

Confira a 5ª Edição da REVISTA III: 

Promoção cultural Revista III:

NO FACEBOOK:  https://www.facebook.com/RevistaIII 


De 8 a 23 de maio;
Crie uma frase cultural bacana e ela vai estar na capa da Revista III deste mês!

O ganhador, além de ter sua frase na capa da revista, leva um wallpaper exclusivo.

É simples participar, basta colocar logo abaixo (em comentários), sua frase (ou citação) sobre cultura.
Compartilhe com quem gostaria que participasse e coloque a criatividade pra trabalhar.
"A cultura é o melhor conforto para a velhice"
Olha aí, façam como fez Aristóteles, ele já enviou a frase e está torcendo pra ganhar!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CHARLOTTE:


Por Letícia Santos

Ela está deslizando, deslizando pra dentro das mazelas do mundo
Ela está lutando, lutando contra o desejo de fazer pérolas da areia”
Música: Heaven can wait.

Charlotte Gainsbourg é uma das melhores atrizes do cinema atual, sem dúvidas. Além disso, ela é uma representante ferrenha do cinema de ARTE, sim Caps Lock, porque os filmes feitos por ela são incríveis demais para as letras minúsculas.
Charlotte Gainsbourg  faz com que sua representação se torne um espetáculo além de toda ARTE, que a rodeia. O que ela oferece é uma expressão que transcende, e se faz materializar no reconhecimento, na identificação do espectador com os sentimentos de seus personagens.
Talvez por conta de toda força de seu rosto, mais que isso, com tudo que seu corpo emite, de dentro pra fora, das telas pra os sentidos de quem a assiste.
Desde Félix e Lola, de Patrice Leconte até Melancolia, de Lars Von Trier. Passando pelo singelo A Árvore, de Julie Bertucelli, e o massacrante Anticristo, também de Lars Von Trier: Charlotte Gainsbourg intensa em todos os sentimentos, e beirando à loucura. Sim, talvez, essa seja a palavra que mais se encaixe: loucura, a loucura da entrega.
Segundo o dicionário Priberam, uma das acepções para loucura é extravagância. Seguindo a trilha dos significados: extravagância significa entre outras coisas: singularidade.
Eis que se faz a luz: Charlotte Gainsbourg é singular, não só como mulher, atriz... ou qualquer uma das suas atribuições mais limitadas. Charlotte Gainsbourg é singular no sentido de SER, ela é o que quiser, desde uma mãe com uma penca de filhos, que tenta manter a lucidez, quando tudo literalmente desmorona ao seu redor, em A Árvore, até a mulher que simplesmente sucumbe e se mostra vulnerável, em Melancolia.

MUNDO DOS GAMES


Por Leonardo Lima 

Multiplayer
Acompanhando o tema abordado na última edição, sobre o impacto dos controles de movimento no cenário dos jogos eletrônicos atuais, esquecemos de mencionar outro aspecto que contribuiu muito para que o perfil dos jogadores também mudasse: a jogatina online. Ao conectar o videogame a internet um leque de possibilidades e conteúdo se abriu nas mãos dos jogadores e das produtoras, e o que só era divertido jogar junto com a galera, agora também é divertido jogar sozinho.

Ranking
Hoje existe a possibilidade de você ser o melhor do mundo no seu jogo predileto. As desenvolvedoras deram suporte online e criaram um ranking, em diversos tipos de jogos, no qual você acumula pontos por sua habilidade. Em Call of Duty, uma das franquias mais famosas do mundo desenvolvidas pela Actvision, conta com um ranking online e imediato para os jogadores de plantão. No Mario Kart, jogo de corrida, desenvolvido pela Nintendo, existe um ranking especial para quem termina cada corrida em menor tempo. Os jogadores, motivados pelo ranking, se dedicam muito mais aos jogos e suas habilidades.

Conectividade e Novos Relacionamentos
Os videogames, principalmente os novos portáteis, também conseguem conectar-se a internet, portanto checar a rede social, mandar e-mails, atualizar seu status no Facebook e se relacionar com o mundo ficou muito mais fácil. Você pode até mesmo convidar um amigo para uma partida online, tudo de um mesmo dispositivo, com simples comandos devido a interfaces criadas especialmente para esses fins. 
Alguns jogos permitem que você conheça novas pessoas e consiga adicioná-las ao seu círculo social, basta criar um simples avatar (com a sua imagem) e um codinome, assim você começa a interagir com os outros jogadores.

Co-op
Até agora só falamos sobre disputas online, porém, a grande novidade é o "co-op" (de co-operative), termo muito utilizado nos Estados Unidos e que significa "cooperação". Assim, duas pessoas jogam o mesmo jogo, uma ajudando a outra, sem a necessidade de estarem no mesmo lugar. E o melhor, sem telas divididas.

Quem nunca chamou um amigo em casa pra uma disputa de Mortal Kombat, ou qualquer outro jogo para multijogadores?
O contato presencial, entre os jogadores, ainda existe, mas em menor escala do que no passado; A internet juntamente com o videogame fez um combo “não-saia-de-casa" irresistível. Facilidades como essas ajudam a comunidade que adora videogames, mas pode prejudicar o contato social num futuro próximo. Em contrapartida, os jogos que têm o suporte online também possuem um conteúdo extenso, que é uma das necessidades principais de quem quer jogar: gastar menos e jogar mais. As produtoras é que estão bem felizes e cheias de dinheiro no bolso, até porque para se conectar é preciso pagar mais uma "taxinha".

Mas o que é melhor, ter um amigo ao lado para jogar ou tê-lo apenas na tela da sua tevê?
Mande sua resposta para o e-mail revistaiii_games@hotmail.com. E na próxima edição divulgaremos aqui.